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domingo, 23 de janeiro de 2011

O fim do Katana do Daniel.

Hoje aconteceu um acidente com o Katana 36% do Daniel. Nós fomos para a pista cedo levando o Katana e o Extra 40%. Quando chegamos na pista o Daniel nem quis tirar o Extra da carreta, ainda bem pois o prejuízo poderia ser muito maior.
Montamos o Katana, abastecemos e o Daniel foi voar. Não deu dois minutos e ele me chamou para assumir o comando. O sol estava incomodando demais. Voei meus últimos 10 minutos com o avião. Aproveitei bem esse tempo. Fiz vários harrier, slat e elevator. Parei ele a uns vinte centimetros do chão no torque, uma pena que não filmamos e nem fotografamos o vôo. Pousei o aero e ficamos batendo papo com o pessoal que chegou depois.
Passado um tempo, falei pro Daniel ir voar o Katana. Abasteci e ajudei na partida. Na decolagem, ele me chamou e reclamou que o acelerador não voltou. Mas, depois verificamos que estava tudo normal. Voltei para o barracão e fiquei vendo ele passar de um lado ao outro da pista. Foi quando notei que um cidadão vinha bem no meio da pista com um carro. Corrí para alertar e mandar o sujeito sair dali. Não sei se isso tirou a atenção do Daniel, só ví o katana descendo à toda em cima de um barracão ao lado. Foi perda total. O palhaço do carro quando viu que ele poderia ser o motivo do acidente, deu meia volta e se mandou.
Depois que retiramos o que sobrou do aero de cima da cobertura o Daniel, mais calmo, me disse que foram dois fatores, o sol e o carro. Esse pequeno momento em que tiramos o aero de nosso campo de visão pode ser fatal. E foi o que aconteceu.
Por isso digo sempre: "Se alguém entrar na pista, sem me avisar que se vire caso meu aero vá pra cima dele". Não sou obrigado a tirar os olhos do meu aero e ficar preocupado com pessoas desavisadas. Só não consigo entender como uma pessoa pode ser tão sem noção com o perigo que corre. Pois, o nosso local de vôo é uma antiga pista de pouso, e tem gente que mesmo vendo os aeros passando sobre a pista vem andando tranquilamente no meio dela.
A alguns dias atrás o Bruno deu um rasante em cima de um transeunte. Não gostei desse comportamento, pois poderia ferir a pessoa e propositadamente não se deve dar um rasante em cima de ninguém. É muito perigoso, mas nada aconteceu de mais grave. Porém, o cidadão foi na delegacia e prestou queixa contra o Bruno. Acontece que ele comentando com um amigo em comum do pessoal da pista dizendo que um louco jogou o aero em cima dele, ouviu do amigo o seguinte comentário: "E o que você tinha que fazer no meio da pista? Lá é lugar de vôo de aeromodelo. Ninguém anda lá e o pessoal avisa pra todo mundo sair."
Mas, já tinhamos pedido para a prefeitura, que nos cede o local, uma providência quanto a um tipo de alerta ao pessoal desavisado. Pintamos um faixa na pista e era para estar escrito em placas para não ultrapassar aquele limite. Porém vamos ter que providenciar uma cerca, pois algumas pessoas podem dizer que não viram os avisos.
Infelizmente o katana já era. Um prejuízo grande, mas ainda bem que só financeiramente. Se tivesse machucado alguém podia ser muito pior.

Visita à Hobby Delivery em Vinhedo-SP.

A gente saiu meio às pressas de casa para buscar um aeormodelo do Daniel em São Paulo-SP e por isso não lembramos de levar uma câmera e documentar a viagem, mas vamos descrever o que fomos fazer. Fomos na FlyOcean e conhecemos o simpático Henry. Depois pegamos a carreta e o aeromodelo, que compramos de um cliente dele e partimos para Vinhedo-SP. Lá, fomos pegar um Katana 36%, TWM, na Hobby Delivery. Onde o atendimento não foi dos melhores, pelo menos o que recebemos dos recepcionistas da loja. Já que as pessoas que procuramos estavam em horário de almoço e os atendentes não queriam "incomodar" os caras ligando e anunciando a nossa presença na loja. Se bem que, não somos tão importantes assim.
Como tinhamos conversado com o Nilton e dito que retirariamos a mercadoria na loja, já que tinham um problema para me enviar, tanto via correio como via transportadora, o remédio foi esperar. Até mesmo para ouvir dele a explicação para o motivo do não envio.
A coisa mudou um pouco de figura quando o Nilton, gerente de logistica, apareceu e conversou conosco. Pena que o Reinaldo Martins, o primeiro por quem procurei, não estava por lá. Esse sim valeria à pena ter conhecido. Mas, fica pra uma próxima oportunidade. Saímos, mesmo tendo que esperar mais de uma hora, satisfeitos com a solicitude do Nilton, que nos deu algumas informações preciosas sobre produtos e descontos futuros.
Uma coisa interessante a qual não tinha conhecimento é que, a Hobby Delivery consegue peças de reposição para qualquer aeromodelo que eles vendem em seu catálogo. E se você quiser algum produto que não esteja no catálogo de vendas entre em contato com o departamento de vendas que eles podem tentar consegui-lo. Lembrando que o tempo de chegada de cada conteiner com mercadorias é de 90 dias ou mais.
E, ainda tem um cadastro de seu clube ou associação junto à Hobby Delivery, que pode propiciar 5% de descontos a todos os associados, mais os descontos normais que o cliente cadastrado já possua. Interessante isso. Basta que o presidente do clube ou associação, que esteja devidamente cadastrado na COBRA, envie à Hobby Delivery uma relação com o nome dos associados e e-mail, o pessoal vai bonificar com 5% à mais de desconto os membros do clube.

Fly Ocean - São Paulo

Alguns dias atrás fomos em São Paulo-SP buscar um aeromodelo. Não era um aeromodelo qualquer, tratava-se de um Extra 330S da LEM 40%, montado pelo Silvio Bento da BRA Hobbies, algo primoroso. Junto com o aero compramos uma carreta da Bodecar para carregá-lo, pois é grande demais.
O aero é do meu amigo Daniel, que resolveu comprar um 40% de qualquer forma. A negociação foi feita com o Henry da Fly Ocean, que é uma pessoa muito conhecida no aeromodelismo à nível nacional. Fomos muito bem recebidos por ele em sua oficina/loja e residência. Um cara muito bacana e bom de papo, deve ser um barato passar um dia na pista com ele.
Fechamos o negócio por telefone e recebemos algumas fotos do aero por e-mail. Mas, tinhamos a palavra do Henry de que o aero era impecável e de excelente qualidade. Realmente, estava tudo conforme o combinado e até melhor do que imaginei.
Trouxemos o aero pra cara e fizemos uma revisão geral nele e até já foi feito um vôo de estréia.
Depois coloco fotos do aero e da carreta aqui no blog.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A importância dos Foruns de discusão.

A coisa que mais gostei nessa minha convivência no aeromodelismo, foram os fóruns de discussão que participo. Em alguns fico na posição de espectador, lendo e absorvendo os ensinamentos. Em outros consigo emitir opiniões e mostrar pontos de vista distintos em assuntos variados. Mas, o assunto principal é sempre o aeromodelismo.


Os fóruns são de suma importância para o desenvolvimento do aeromodelismo, seja a níve local, regional, nacional ou mundial. É nos foruns que as pessoas emitem opiniões diversas sobre os produtos oferecidos pelos fabricantes. É ali que descobrimos falhas e acertos. E é ali que conhecemos pessoas que ensinam pelo prazer de transmitir o conhecimento. É nos fóruns que aprendemos e temos a oportunidade de repassar esse conhecimento.


Por isso, vida longa ao fóruns de discussão sobre aeromodelismo.


Parado

A alguns dias estou sem aeromodelo. Vendi meu Edge 540 50cc para comprar um aero maior. Vou partir para um Katana TWM 36%, motor DLA112 e servos SAVOX SC-1256 de 20kg. Parece ser um bom setup, pelo menos os servos são muito bem vistos pelos aeromodelistas europeus. O motor tem algumas ressalvas, mas deve funcionar igual a um DLE111, se der sorte bem, se não der funciona mal. Um autentico xing ling.
Com isso fui obrigado a ficar sem avião para voar e acabei ficando um pouco parado. Isso pode trazer um pouco de prejuízo na curva de aprendizado que vinha tendo no vôo 3D, mas nada que me impeça de evoluir constantemente.
O que assusta é o volume de investimento para se ter um aero 36%, tudo fica muito caro quando se tentar subir de nível no aeromodelismo. Mesmo a aquisição sendo bem mais barata do que à 4 ou 5 anos atrás, quando montar um 50cc era mais caro do que montar um 100cc hoje. Mesmo assim, para me permitir esse sonho vou desembolsar algo próximo à R$ 6.000,00.
Vamos aos números, R$ 1.860,00 no Katana 36%. Comprado à vista, na Hobby Delivery através de um cliente The Clube, onde ganhamos um belo desconto e o frete. R$ 1.000,00 no motor DLA112 comprado na Hobby City, isso é sem considerar as taxas que podem chegar à R$ 600,00. R$ 1.020,00 nos oito servos SAVOX. E isso é porque um amigo que vai aos EUA pode trazê-los na bagagem. Se ele não fizer isso ainda vou ter as custas com frete e impostos, que pode ser de uns R$ 800,00. E mais uns R$ 600,00 com materiais para a montagem. Ainda falta o valor do rádio, que vai ser um Hitec Aurora9. Até agora o montante a ser gasto ficou em R$ 5.430,00, se não incidirem as taxas em alguns produtos que foram comprados fora, já contando a compra do rádio novo. É claro que vou reembolsar alguma coisa com a venda dos materiais que possuia, aero e rádio. Vendi o Edge 540, por R$ 2.500,00 e posso vender meu 7C Fasst por R$ 900.00. Então para pular uma categoria vou gastar aproximadamente R$ 2.000,00. Tomara que fique nessa cifra.
Depois falamos mais sobre esse investimento.

domingo, 31 de outubro de 2010

A minha primeira vez... Reestreia do Katana 100cc.

Finalmente o Daniel criou coragem e vôou o Katana 100cc. É bacana ver um aeromodelo desse porte voando. Principalmente para nós aeromodelistas que sabemos o quanto é difícil e cu$to$o montar um aero desses.
O Daniel andava meio ressabiado com seus Giant´s, afinal a sorte de principiante o havia abandonado e os pequenos infortúnios, quebra de hélice e pousos mau suscedidos, eram uma constante a cada vôo. Ontem a sorte parece ter voltado, pois o Sukoi 50cc, voou bem e o Katana 100cc foi uma maravilha.
A melhor parte ainda estava por vir. Estava mexendo no meu Edge 50cc para fazer o vôo inaugural, o meu primeiro vôo com ele, e me chamaram para experimentar o vôo do Katana, parei tudo e corrí lá. Esse tipo de coisa nos deixam sempre boas lembranças, coisas agradáveis que no nosso universo masculino ficam gravadas para sempre. Igual àquela propaganda do valisere, "O primeiro a gente nunca esquece!". Vou enumerar algumas primeiras vezes que nunca mais esquecí: Primeira vez que peguei o carro do meu Pai escondido. Primeira vez que pilotei uma moto, do meu amigo Marquinhos Nariz. Primeira vez que voei num avião de verdade, com o comandante Vilson. Primeira vez que consegui andar, sozinho, de bicicleta. Primeira vez que nadei sem me afogar. Primeira namorada, a Ana Cláudia. A primeira vez que fiz... hehehe. Primeiro porre, esse eu esquecí deu aminésia no outro dia. E por ai vai. A maioria são lembranças em tenra idade, onde os acontecimentos são mais marcantes, quando envelhecemos vamos dando menos valor nesses momentos significativos, achamos tudo muito banal. Mas, voar o Katana 100cc do Daniel foi mágico. Primeiro pela confiança e amizade. Depois, o valor e sentimento envolto em tudo isso. Afinal, aeromodelo a gente não empresta pra ninguém.
É claro que, não quis arriscar tamanho investimento de jeito nenhum. Porém, dei algumas penduradas no aero em vôo. O vídeo não mostra tudo, pois já pegou a parte final, mas deu pra ver o sentimento comum pelos comentários que fizeram. Afinal, a tremedeira é forte.
Ao Daniel fica aqui registrado o meu maior agradecimento, pois parceiro é parceiro. E ele tem sido um parceirão. Aliás, na nossa pista temos tido uma parceria muito bacana entre a turma do Giant.

Aprendendo...

Nós temos um excelente grupo de aeromodelistas em nossa associação e de uns meses prá cá estamos aprendendo, de verdade, à voar aeromodelos Giant. Não conseguimos nem configurar dereito os nossos aeros, pois todos tem uma tendência ou deficiência em vôo, mas vamos superando isso com muita boa vontade. Devagar estamos melhorando, tanto na configuração dos aeros, quanto no vôo.
Certamente o simulador ajuda bastante, mas a sorte de tentar executar uma manobra na primeira vez, conseguir fazê-la sem quebrar o aero e sem maiores sustos é importante.
Tenho treinado muito no simulador, pois não tenho como ir na pista no meio de semana e alguns dias dos finais de semana a coisa não funciona como esperado. Às vezes o tempo ou compromissos nos impedem de voar. Estou conseguindo evoluir, pois tenho pouco mais de cinco meses voando meu CAP, que pode não ser o melhor aero mas é o que possuo então... vai esse mesmo. Comprei um Edge, e fiz o vôo de estréia ontem. A pior descoberta é ter que reaprender tudo novamente pois cada aero é completamente diferente do outro. Como não vou ficar pulando de galho em galho, estou tentanto eleger meu favorito. No simulador o meu aero é o Yak, mas nunca pude voar um de verdade na pista. Confessei a minha pequena decepção com o Edge, errei no primeiro pouso e quebrei a hélice, para o Rodrigo e pedi para ele me deixar voar o seu Yak, como ele gosta muito do Edge, talvez possamos realizar uma troca. Mas, preciso voar o Yak e ver se não é muito diferente do que estou "acostumado" no simulador. Espero que seja próximo, pois o CAP é muito parecido.
O mais interessante do treino no simulador para o vôo real é a diferença da física e a imperfeição de nossos aeros. No simulador tudo funciona, o aero está soberbamente acertado e trimado. O motor no simulador sobra, na pista sempre falta. No simulador não tem vento, na pista além de ventar tem as rajadas. E, a pior parte, no simulador além de um erro ser custo zero, pois basta reiniciar o vôo, estou sozinho dentro de minha casa no maior silêncio e conforto, na pista tem a torcida que invariavelmente torce para o vento. Brincadeira.
Como disse antes o bom é, tentar a manobra, executá-la e não sofrer uma perda material na tentativa. Como nunca tinha voando aero à gasolina e muito menos feito alguma manobras mais arriscadas, sempre preferí fazer somente aquilo que sei, ou aquela manobra em que meu cérebro e dedos estejam bem coordenados. Primeiro, foi o torque. Nunca consegui girar o aero, mas ando tentando, mas pará-lo já é um vitória e fazê-lo bem próximo ao solo e melhor ainda. Tentei e consegui. Depois comecei a tentar o Harrier, o elevator é uma consequência pois facilita a entrada na primeira manobra. Ainda não tenho o completo domínio do aero, pois a adrenalina (medo e nervosísmo) atrapalha um pouco a coordenação motora. Mas, a cada execução vou conseguindo fechar mais o circulo e trazê-lo o mais próximo possível. Já notei que, no início, quando o aero parece não obedecer ao comando a gente tende a sentir um pequeno pavor e isso prejudica totalmente a manobra, por isso tenho feito tudo com muita segurança e evito ao máximo fazer, aliás não faço, quando alguém está na beira da pista ou voando. Se alguém tiver que sair prejudicado ou machucado com uma falha minha, espero que seja somente eu. Acidentes acontecem, por isso zelo muito pela segurança na hora de fazer alguma gracinha.
É difícil para o ego, não conseguir executar na pista tudo o que se consegue fazer no simulador, ouço algumas gracinhas sobre a dificuldade de se fazer na vida real aquilo que se simula. Porém, somente o uso do simulador me possibilitou fazer o mínimo que já consigo. E passar para a vida real o que faço no simulador é questão de tempo e treino. Porque, de treino e tempo? Explico, no simulador treino todos os dias 45 minutos. Não vôo 45 minutos todos os dias. Logo, na vida real vou precisar de mais tempo para conseguir fazer tudo o que faço no simulador. Acontece que, quanto mais treino no simulador, melhor fico. Ficando cada vez melhor, estou cada vez mais seguro para executar uma manobra arriscada na pista e assim vou fazendo mais e mais, cada vez melhor e com mais facilidade, uma linda bola de neve. Espero que essa teoria esteja correta, a prática tem demonstrado isso, pois não sou o melhor piloto da pista, porém tenho sido o mais arrojado e o que consegue colocar o aero mais próximo ao solo. O bom de tudo isso é que, meus amigos vendo isso sentem que é possível, pois todos sabem que nunca tinha tentado e que, não sou um grande piloto. Por isso é que sempre dou a maior força para que eles, com segurança, arrisquem um pouco mais. O Ernesto tem ido pelo caminho certo, espero que logo, logo, o Bruno e o Rodrigo também. O Rodrigo era em quem mais apostava minhas fixas, pois tem recursos e equipamento de ponta, mas ele tem pouco tempo para voar e menos ainda para treinar no simulador, sem dizer que não consegue controlar o medo de quebrar o aero, medo que só é possível quebrar com muito treino e segurança na manobra, que o simulador propicia. O Ernesto, pelo fato de já ter pilotado helicoptero e ter um vôo muito bonito em manobras clássicas, já provou que com um aero mais estável, o Extra dele não tem ajudado muito, vai conseguir fazer até melhor do que ando fazendo. Já o Bruno era o que mais arriscava nas manobras, porém a segurança era mínima, e esse risco cobrou seu preço, quebrou dois aeros em menos de dois meses. Um prejuízo que inibe o aprendizado, pois o tempo que se fica parado é difícil de recuperar, sem dizer que o custo é elevado monetariamente. Ele já conseguia fazer até mais do que faço e sempre fazia alguma coisa nova, isso me incentivava, pois ia tentando fazer também. Pena que agora ele vai ficar um tempo sem voar. Mas, vai continuar treinando no simulador, finalmente.
Havia me esquecido do Paulinho, esse me prometeu que vai chegar arrepiando com o novo aero dele, espero. Anda treinando com afinco no simulador, com certeza vai apresentar bons resultados, mas temos que aguardar a estréia.
Ontem fiz mais um Harrier na pista e o Rodrigo filmou. Não está bonito, mas está bem melhor que o primeiro. No final do vídeo tem o Daniel e seu Katana 100cc na reestreia, falo disso depois.